25 de mai de 2013

Flores do Mal

(Proposta de redação UFSM)
 É comum o vermos entre grupos de amigos, idosos ou não, em comemorações, festas, em filmes e comerciais de televisão. É comum escutarmos que o álcool é a "saída" da sexta feira, uma consequência da comemoração entre amigos, algo que ajuda a esquecer os problemas (que todos nós temos). Mas o que fazer diante da curiosidade do jovem, atualmente desnorteado com tantas separações dos pais, guerras e confrontos diários, e o tal 'elixir do esquecimento'? Como tardar um vício que é um dos principais motivos para a separação, mortes no trânsito e internações em casas de reabilitação? É realmente um ciclo vicioso.
  Além do vício, que em nenhuma conotação é algo bom, a bebida (precocemente aderida à rotina dos semi-adultos problemáticos) traz problemas à saúde. Todos o sabem, mas há alguem que se recuse a usá-lo? O álcool nada mais é do que o crack líquido, induz a destruição moral e familiar do mesmo jeito, mas de uma forma eufêmica. Os pais não ligam, pois beber em nossa sociedade é normal. Alguns distorcem até o provérbio: quem bebe seus males espanta.
  É preciso rever os conceitos sobre o álcool, é necessário uma legislação rigorosa sobre a venda dessas bebidas, mortíferas porquê matam a inocência de uma época marcante para qualquer ser humano; eufêmicas porquê não são levadas como um risco potencial. É dever dos pais alertar sobre as drogas e incluir a bebida como uma arma contra o próprio corpo.
  Pode parecer bobo e sem sentido,mas é preciso aprender a lidar com os problemas da vida. É preciso saber viver.

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